20 novembro 2015

Vira-Lata – Cães e Gatos

Todos conhecem o famoso vira-lata, aquele cachorrinho ou gato com olhos pidões que muitas vezes não tem a mesma chance de um pet de raça pura para ter uma vida mansa. Eu me derreto por cães ou gatos sem raça definida, SRD. Infelizmente muitas pessoas acham ainda que pelo animal ser vira-lata ele é muito levado e bagunceiro ou que ele deva ser bravo.
Mas um pet de raça pura tem as mesmas probabilidades de ser tão doidinho quanto e essa característica não faz dele menos querido, o torna mais especial!

O que é um SRD?

Os SRD, como são chamados em textos veterinários, são todos os cães e gatos que não tem origem definida, sendo a mistura entre duas raças ou mais na linhagem do animal. Com essa mesclagem de DNA’s é possível encontrar vira-latas de diversas cores, tamanhos, temperamentos e características.

Adotar um SRD ou Comprar um Pedigree?

A adoção de vira-latas está crescendo cada vez mais devido à ampla conscientização das pessoas com relação à situação desses bichinhos e mostrando que eles também têm muito amor para dar. Além de serem, inteligentes, afetuosos e companheiros.
Segundo levantamento feito pelo Instituto Datafolha, que entrevistou 613 donos de cães na cidade de São Paulo, apenas 26% dos pets foram comprados.
Mas afinal, qual é a grande diferença em ter pedigree e ser um malandrinho? O vira-lata é um cão ou gato como outro qualquer. Nos peludos é possível ver que ele é um SRD e pode não tem a nobreza e beleza de um cachorro de raça, mas ganham pela esperteza e simpatia. Já os bichanos, além de espertos e malandros, tem uma pose de nobreza impecável, o que acaba tornando difícil a distinção.

Saúde do vira-lata

Você já escutou que o vira-lata não possui doenças genéticas e é mais resistente que os animais de raça pura?
Os pets de raça pura foram selecionados para seguirem o padrão da raça, por isso tendem a desenvolver problemas mais específicos. Os animais sem raça definida não tem um padrão característico e com a variedade genética esses animais se tornam menos predispostos a desenvolverem certas doenças.

Porém, mesmo com essa resistência a mais os vira-latas precisam de tratamentos e cuidados, como estar com a vacinação em dia e fazer check-ups periódicos com o seu médico veterinário de confiança.

Foi passear na rua e encontrou um animal e resolveu chamá-lo de seu?

Nessa situação o mais indicado é levá-lo ao veterinário para ver como anda a saúde dele para saber se é preciso realizar algum tratamento ou cirurgia para viver tranquilamente com o seu novo pet.
Outro modo de conseguir um malandrinho é adotar! A adoção é um ato grandioso que ajuda animais a conseguirem uma família para chamar de sua. Entre em contato com ONG’s de sua cidade e apoie essa causa.

19 novembro 2015

5 alimentos proibidos para cachorro!

Alimentos proibidos para cachorro – quais são eles?

Você está comendo um prato saboroso e super cheiroso e, de repente, chega seu cachorro com aquela cara de pidão que conhecemos muito bem. O que você faz? Se sua resposta foi “dar só um pedacinho…” saiba que essa pode não ser a atitude mais correta e que, na grande maioria das vezes, o ideal é resistir à carinha e negar esse alimento ao seu cão.
Existem diversos “alimentos proibidos” que não devem ser oferecidos aos nossos amigões. Hoje vamos listar 5 deles. Olha só:

Chocolate:

A teobromina, presente no chocolate, age como estimulante no organismo do animal e pode causar tremores, taquicardia, hiperatividade e até convulsões.

Leite:

Os filhotes, ao desenvolverem sua dentição, já podem trocar o leite canino por alimentos sólidos, como papinhas e, posteriormente, ração. Dessa forma, quando deixam de consumir leite, a lactase (enzima que digere a lactose) tem sua produção diminuída, o que causa intolerância à lactose nos cachorros, em diferentes graus. Portanto, oferecer leite ao seu cachorro pode causar uma grave diarreia.

Alho e cebola:

Esses alimentos contêm alicina que, nos pets, pode causar anemia hemolítica, destruindo as células vermelhas no sangue do animal. Além disso, se ingeridos em grandes quantidades, esses alimentos podem causar intoxicação acompanhada dos seguintes sintomas: fraqueza, apatia, vômitos, falta de ar e de apetite.

Cafeína:

Mesmo em quantidades pequenas, a cafeína acelera os batimentos cardíacos do animal e pode ser tóxica. A reação dessa substância no organismo do cachorro é similar ao envenenamento e pode causar agitação, tremores, convulsões e sangramento. É importante lembrar que a cafeína pode, até, levar o animal a óbito.

Abacate :

O abacate é inofensivo para nós humanos. Já para os pets, essa fruta pode ser bastante perigosa por conter uma substância chamada Persin, altamente tóxica para nossos cães. Se ingerido em grandes quantidades, o abacate pode causar desarranjo intestinal grave e ser letal.

O ideal é sempre apostar na ração. No entanto, se seu cachorro ingerir algum desses alimentos proibidos, fique de olho nele pelos próximos dias e, se perceber alguma alteração em seu comportamento, fezes e/ou urina ou ocorrer vômito, leve-o imediatamente ao seu veterinário de confiança.